segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O cansaço nosso de cada dia




Estava lendo uma matéria sobre o ambiente de trabalho negativo e os danos que podem ser causados por ele.
Segundo os especialistas, esse ambiente pode ser caracterizado por um lugar onde as pessoas não trabalham por um objetivo comum, além de terem como pauta principal de seus horários de intervalo, a vida do outro, seja em âmbito profissional ou pessoal.
Trabalhar em um ambiente assim é extremamente desgastante por vários pontos de vista.
Quem trabalha, além do salário no final do mês, se sente bem quando percebe haver frutos de seu empenho, ou seja, quando conseguiu atingir metas, objetivos etc.
Para tanto, o local de trabalho não necessita ser um ambiente opressor. Ao contrário, pesquisadores da área de Recursos Humanos têm apontado que a descontração aumenta a produtividade do trabalhador. Assim, a famosa produtividade não precisa ser afetada em prol de boas relações humanas.
Mas o que é necessário para que um profissional se sinta motivado a continuar seu trabalho sem se importar em disseminar maledicências?
Quando a empresa tem um projeto, com metas e objetivos definidos, um plano de carreira adequado, um quadro definido de cargos/ funções e métodos de comunicação eficazes, a promoção de um ambiente positivo pode ser bastante facilitada. Não é a única medida, obviamente, mas ajuda bastante.
A consequência da promoção desse tipo de ambiente, imediatamente, se reflete sobre o funcionário.
A coisa mais desgastante de um ambiente de trabalho, em muitos casos, não é o trabalho em si, mas a maneira como as relações humanas se estabelecem e seus reflexos sobre o dia-a-dia laboral.
O desgaste físico ou intelectual exigido pelo exercício das funções de um profissional podem ser recompensados quando o fruto de seu esforço é percebido, porém o desgaste emocional de um ambiente negativo é contraproducente para a empresa e insalubre para o indivíduo que nele convive.

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